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Como se preparar para uma entrevista?

janeiro 23rd, 2012 0 Comentários

 

Como se preparar para uma entrevista?



Estamos em janeiro e minha agenda está cheia de treinamentos para entrevistas de MBAs, embora ainda devagar para os treinamentos de entrevistas para você que quer fazer estágio ou programa de trainee. Mas não se assuste, isso é só o início do ano e muito em breve você precisará estar preparado para mais esta etapa. Para que comece a refletir sobre o assunto, este texto é sobre entrevistas.

É totalmente normal, e esperado, que você esteja um pouco nervoso em uma entrevista de emprego e a melhor maneira de lidar com isso é estar preparado. Antes de chegar a uma entrevista, faça sua lição de casa!
As primeiras impressões contam, então é melhor você garantir que causará uma boa imagem logo no início. Seguem algumas dicas:

-   A grande maioria das empresas tem uma presença online, por isso deve ser relativamente fácil para você aprender sobre ela. Há quanto tempo está no negócio? Como a empresa mudou ao longo do tempo? Que tipo de trabalho que ela faz, onde estão localizados seus escritórios? Quem é o dono da empresa ou é de capital aberto?

-   Você também deve se familiarizar com o cargo para o qual você sera entrevistado. Quais são os conhecimentos, competências e habilidades necessárias para esta posição? Como suas habilidades coincidem? O que será exigido de você em uma base diária? Há espaço para crescimento?

-   Procure saber sobre a cultura corporative. Isso pode incluir como se vestir, horas de trabalho, quantidade de viagens necessárias, etc.

-   Durante a entrevista, mantenha contato visual com os entrevistadores e use sinais não-verbais para demonstrar que você está ouvindo-os. Isso não significa “encarar” o entrevistador, mas estar alerta a sinais dele e ativo no diálogo. É perfeitamente aceitável parar para formular seus pensamentos antes de responder uma pergunta da entrevista. Cinco segundos que para o entrevistado podem parecer uma eternidade, mal serão percebidos pelo entrevistador. Uma breve pausa antes de falar é normal, por isso não se desanime por curtos períodos de silêncio – seus ou do entrevistador, que pode fazer isso algumas vezes para tomar notas.

-   Muitas empresas utilizam a técnica de entrevista comportamental. A entrevista comportamental requer que o candidato conte uma situação e, em seguida, descreva seu papel específico naquele momento:  as tarefas envolvidas, as ações que ele tomou, como ele as tomou e o resultado – que muitas vezes é o menos importante. As perguntas podem ser feitas a você em um formato de “conte-me uma situação onde …” ou “me dê um exemplo de uma época em que …” Isso permite que você compartilhe qualquer tipo de experiência (trabalhos pagos ou voluntários, da época da faculdade, de associações, hobbies, etc), a não ser que a pergunta especifique “um exemplo recente no trabalho”, ou algo do tipo.

-   Ao término da entrevista, é comum o entrevistador perguntar se você tem perguntas. Tenha algumas perguntas preparadas com antecedência. Podem ser perguntas gerais sobre o ambiente de trabalho, sobre o negócio  da empresa; ou podem ser específicos para o cargo para o qual você está entrevistando. Ter perguntas preparadas é muito melhor do que tentar chegar a algo sob pressão e tropeçar na frente do entrevistador. Além disso, é uma excelente chance de realmente sanar suas dúvidas.

Quando a entrevista terminar, agradeça ao entrevistador com um aperto de mão firme e lembre-se que o processo seletivo tem dois lados: a empresa está escolhendo você, mas VOCÊ TAMBÉM DEVE ESCOLHER A EMPRESA.

Boa sorte em suas entrevistas em 2012 e conte conosco do Conexão Mercado para se preparar!

- Teremos simulados de entrevistas nos dias 29/03 e 24/05. Não perca!

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Escolhas e mudanças

janeiro 18th, 2012 0 Comentários

2012 começa e para muitas pessoas as promessas e expectativas do final de 2011 parecem estar se realizando ou se distanciando…
Parte dos nossos planos envolvem nossas escolhas profissionais e o direcionamento que esperamos para novas perspectivas. Para muitos chegou o momento de decidir sua carreira, fim do ensino médio, aprovação no vestibular tão esperado, já que agora temos os resultados das principais faculdades particulares, o resultado do Enem e possibilidades do PROUNI, agora existem outras escolhas a serem feitas.
Para os futuros estudantes da graduação, chegou a hora de realizar o sonho:
Como será essa etapa? Como serão os novos colegas de classe? As aulas? Professores? Será que essa escolha é a certa?
Aproveitar essa nova etapa é encarar desafios, sair da zona de conforto e enfrentar o desconhecido.
Se você tem que fazer a escolha da faculdade agora, leve em consideração alguns aspectos:

• O curso oferecido é bem reconhecido pelo mercado?
• Existem boas perspectivas no mercado de trabalho?
• Qual é a logística necessária para que você estude? Considerando transporte, moradia, alimentação e outras coisas necessárias.
• A sua escolha vai ao encontro das suas habilidades e aptidões?
• Sua escolha agrada você e outras pessoas da família?
• Sua família apóia sua escolha?

Converse sobre esses aspectos com sua família e amigos, troque ideias e se exponha ao risco. Experimente. Como diz o ditado, só não erra quem não faz. Adaptações serão necessárias, mas acima de tudo, vale a experiência.

Se para você, ainda não chegou o momento da escolha profissional, não se preocupe, aproveite um pouco mais as várias possibilidades e não se acomode. Desafie você mesmo.

Boas escolhas e feliz 2012.

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Começou a Experiência Olímpica de Barcelona dos alunos da Trevisan

janeiro 10th, 2012 0 Comentários

Começou a Experiência Olímpica de Barcelona dos alunos da Trevisan

Hoje começamos aqui em Barcelona, na Universidade Autônoma de Barcelona, o Curso de Experiência Olímpica para o grupo de alunos da Trevisan.

Primeiro gostaria de relatar a beleza desta cidade, a receptividade e a hospitalidade que estamos tendo, liderados pelo Jordi Vidal Bernat e pela professora Cristina Lladó coordenadores do curso.

Estamos hospedados no Campus da Universidade, com instalações modernas e funcionais.

De início pude comprovar no domingo, através do passeio BARCELONA BUS TURÍSTIC, que Barcelona realmente é uma tudo que imaginamos, lemos e nos dizem, ou seja, uma cidade encantadora. Além de dinâmica, cosmopolita e moderna, Barcelona conserva seu belíssimo patrimônio cultural de um modo que a cidade se torna um verdadeiro museu a céu aberto incansável para os nossos olhos.

O grupo está muito comprometido, integrado e unido em todas as atividades. Uma sinergia muito forte que com certeza agregará para enriquecer esta experiência única.  

A primeira aula foi muito importante para alinharmos as expectativas de todos os participantes com os professores Cristina, Bruno e Eliana, onde foi destacado os aspectos sociais, patrimônio cultural, capacidade de formação, gestão, a emoção e autoestima de um povo seduzido e comprometido pelo movimento olímpico.

Este ano os Jogos Olímpicos de Barcelona estão completando 20 anos de sua realização e o grande legado, que foi a transformação de uma cidade, será transmitido durante estas duas semanas de curso.

Um ponto muito forte, registrado pela professora Cristina, uma catalunha bem brasileira, é a importância dessa troca que teremos durante o curso. Toda a experiência vivida por esta linda cidade com um país jovem, como o Brasil, em franco crescimento, visto pela Europa de forma respeitosa e a “bola da vez”, onde a cidade do Rio de Janeiro terá a oportunidade de vivenciar algo indescritível que é uma olimpíada.

Não tenho dúvidas que os alunos sairão daqui com um conhecimento para o dia a dia profissional e para o resto de suas vidas.

Tenho muito mais para falar, mas por hora estamos só no começo e com certeza, ao longo do curso, teremos muitos mais para relatar esta experiência olímpica.

Até breve com mais notícias.

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Desafios da graduação

novembro 21st, 2011 1 Comentário

Estudar ou trabalhar? Para muitos jovens essa questão tem sido respondida assim: os dois, de preferência ao mesmo tempo. Essa realidade tem mudado agora, muitos jovens tem priorizado o trabalho.
De acordo com dados do PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), o número de jovens entre 18 e 22 anos que param de estudar para se dedicarem apenas ao trabalho teve um aumento significativo. Em 2009, 51,1% dos homens nesta faixa etária estavam fora da sala de aula, enquanto as mulheres representam 31% no mesmo período. Uma das principais justificativas para isso é que a economia nacional está aquecida e o mercado carece de profissionais. Os jovens têm um perfil mais dinâmico e podem se adaptar com mais facilidade a realidade das empresas.
No entanto é necessário salientar que os jovens que decidem investir na formação profissional, embora cheguem mais tarde ao mercado, encontram-se com salários maiores. Para se ter um ideia melhor disso, veja os valores médios pagos para estagiários no 1º ano da faculdade: em torno de R$ 700,00. Já para alunos que decidem ingressar mais tarde, por volta do 3º ano da faculdade, essa média quase dobra de valor. Estágios mais concorridos em empresas maiores chegam ao valor de R$ 1.400,00 em média. Os programas de trainee vêem superando em nível de exigência e em concorrência os processos seletivos de grandes universidades, dizem especialistas. Empresas de recrutamento, que selecionam recém-formados, perceberam um aumento de 26% no número de inscritos em 2011, em comparação ao ano passado.O número de candidatos por vaga chega a 464. No vestibular de 2011 da USP 49,3 candidatos competiam por uma vaga em medicina, curso mais concorrido. Por que são tão concorridos? Um dos motivos é a remuneração. O candidato aprovado nesses processos chega na empresa com um salário médio inicial de quase R$ 3.500,00, ou seja, o que uma pessoa levaria em torno de 5 anos para receber em promoção (imaginando que ela tenha começado com R$ 1.500,00).
Analisando: quem adota a estratégia de começar a trabalhar mais rápido nem sempre faz a escolha que dá maior retorno financeiro.
Não tenho dúvidas que as empresas estão disputando os melhores talentos e reconhecem isso através de bons programas de formação e benefícios para seus funcionários.
Trabalhar ou estudar? Como decidir? Se você se preparar mais nos estudos, terá mais oportunidades, é uma questão de escolha. Não há um caminho seguro ou uma escolha certa, o que você precisa é investir na sua formação, que seja um processo ao longo da sua trajetória profissional, o que levará você por diversos caminhos, e o mais importante deles, o caminho da realização.

Bons estudos. Feliz 2012.

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Trabalhe nos seus PONTOS FORTES

novembro 21st, 2011 0 Comentários

A revista Exame da semana passada traz a lista dos 10 gurus mais influentes do mundo dos negócios. Eles fora os eleitos pelo Thinkers 50, ranking publicado a cada dois anos.  O número 1 da vez é  Clayton M. Christensen, professor de Negócios da Harvard Business School, considerado um dos maiores especialistas em inovação e crescimento das empresas, mas me chamou atençao estar nesta lista o nome do jovem Marcus Buckingham (apesar de ter se tornado uma tarefa quase impossível saber sua idade, dá para perceber que ele é bem mais jovem que os outros 9 eleitos da lista), que construiu sua carreira desenvolvendo a ideia de que conseguimos extrair o melhor de cada pessoa ao enfatizar seus pontos fortes, e não suas deficiências.

Seu primeiro trabalho nessa área foi publicado em 2001: Now, discover your strenghts (Descubra seus pontos fortes). Entre suas ideias, está a de que o sucesso só acontece quando abraçamos aquilo que há de único em nós, e o colocamos a serviço de nossos projetos.

No livro “Go put your strengths to work”, de 2007, Marcus cita seis passos para fazer com que seus pontos fortes trabalhem a seu favor.

Veja quais são:

1 – Acabe com os mitos - Durante muito tempo acreditamos que era preciso concentrar e gastar energia para desenvolver nossos pontos fracos, 87% das pessoas ainda acreditam nisso. A principal teoria de Marcus é que, precisamos saber driblar e conviver com os pontos fracos, mas são os fortes que nos trazem sucesso, e realização, por isso, é neles que devemos nos concentrar.  Você consegue aceitar esta nova visão?

2- Conheça seus pontos fortes - Como descrito no livro,  “pontos fortes são aquelas atividades específicas que eu faço bem constantemente e pelas quais eu sempre tenho interesse”.  Quais são os seus?

3- Liberte seus pontos fortes - Uma pesquisa feita entre funcionários Americanos fez a seguinte pergunta: “Quando você discute sua performance com seu gestor, com o que vocês gastam mais tempo, pontos fortes ou deficiências?” 35% responderam que gastam mais tempo com as deficiências; 40% disseram que não têm este tipo de discussão com os gestores; e somente 20% disseram utilizer mais tempo falando dos pontos fortes. Isso comprova que, de fato, a maioria das pessoas não tem seus pontos fortes valorizados no trabalho, mas e daí? Você tem duas opções: deixar para lá seus pontos fortes, ou encontrar maneiras de incorporá-los no seu dia-a-dia.

4 -  Dê menos ênfase a suas deficiências - Nós tendemos a valorizar pessoas que conseguem as coisas com mais sacrifício, por isso traz uma certa recompensa lutar contra os pontos fracos. Além do mais, parar de lutar contra eles pode parecer um sinal de fraqueza, desistência. Mas tem mesmo que ser assim?

5- Comunique-se - Que tal se, na próxima vez que tiver que dividir o trabalho de um projeto com seus colegas, vocês começarem por identificar o que cada um faz melhor e que gostaria de continuar fazendo?

6 – Crie hábitos fortes - Você pode gostar desta teoria de valorizar os pontos fortes ao ler o que ela pode fazer por você mas, na correria do dia-a-dia, você pode acabar se esquecendo e voltando aos antigos hábitos de fazer por fazer. Para que isso não aconteça, será preciso identificar e criar novos hábitos, que te farão pensar sempre nos seus pontos fortes e em como utilizá-los com mais frequência.

Se quiser saber mais, o livro “Go put your strengths to work” já tem a versão em português “Empenhe-se.  Ponha seus pontos fortes para trabalhar”.

Boa leitura!

 

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Pôneis versus Branding

novembro 8th, 2011 0 Comentários

Meses atrás escrevi um texto com a minha opinião sobre os, literalmente, malditos pôneis da Nissan. Basicamente coloquei minha sincera impressão sobre o que achei dessa campanha. Mas muito mais do que deixar uma percepção subjetiva, procurei ancorar meus comentários em cima de tudo que entendo e tudo que li na minha vida sobre marcas, branding, construção de posicionamento e marketing (para ler meu primeiro post de agosto, o link é esse: http://bit.ly/tuJKuK).

Em resumo, eu não gostei e gostei. Deixa eu explicar: não gostei pois com essa campanha a Nissan mostrou como age uma empresa que pensa sob a ótica de campanhas e não em branding e construção efetiva de marca. E gostei pois comecei a usar esse exemplo dos pôneis em minhas aulas como um clássico caso de como não se deve construir marca.

Publiquei minha percepção em meu blog e alguns outros veículos, e recebi retornos de todos os tipos. Teve gente que adorou, retuítou, elogiou, como também sofri retaliação de algumas minorias, desde gente dizendo que isso é um novo tipo de comunicação, é um processo criativo sofisticadíssimo e contemporâneo, e até pessoas dizendo que foi bacana, pois gerou um grande buzz marketing, e isso é que vale hoje em dia.

Pois bem, semana passada saiu uma entrevista no site do Jornal do Carro com Murilo Moreno, Diretor de Marketing da Nissan no Brasil, sobre o efeito pós-campanha (o link está aqui: http://bit.ly/r8qd0l). Basicamente o que me chamou atenção na entrevista foi o seguinte:

- nas primeiras campanhas (há 1 ano e meio atrás) a Nissan tinha 7% de lembrança de marca pelo consumidor e eles mostravam as marcas de carros rivais. Sofreram com Conar e disseram que usaram de criatividade e humor, já que não tinham muito dinheiro;
- antes da campanha dos Pôneis, as pessoas confundiam a marca Nissan com a marca de macarrão Nissin;
- eles saíram 0,8% em 2010 para 2% de market share esse ano;
- o filme dos pôneis termina com a expressão “Te quiero” e Murilo Moreno disse que “foi uma das sugestões que a agência deu e achamos legal. O engraçado foi que o consumidor associou não apenas à Hilux, mas também à Ranger e à Amarok, que são argentinas.”

Vamos aos meus comentários. Como assim o consumidor associou a campanha dos Pôneis Malditos à Toyota Hilux, Ford Ranger e à Volkswagen Amarok? Para mim, tudo isso ratifica o meu pensamento que a Nissan é uma típica empresa norteia suas estratégias de marketing sem prezar pelo longo prazo, consistência e tudo mais que prega o branding. E fica muito evidente para mim que se trata de uma marca que deixa a agência comandar as diretrizes de comunicação da empresa.

Ouvi pessoas dizendo que o vídeo da campanha teve milhões de views no YouTube? Que bacana! Mas o quanto isso gera de emplacamento de novos veículos da Nissan no DETRAN? Até onde eu aprendi na faculdade, normalmente uma das funções do marketing e de campanhas de propaganda é vender, certo?

Quando você não faz um trabalho de Branding bem feito, ou seja, quando você não evidencia de forma clara, consistência e visível os seus vários elementos de marca em uma página dupla de revista por exemplo, você está fazendo propaganda de graça para o líder da categoria. Sim, isso mesmo que você leu: você faz propaganda de graça para a marca líder. Certamente quando os executivos de Branding da HYUNDAI viram o anúncio dos Pôneis Malditos devem ter pensado: “Aeeee, não precisa mais gastar tanto com verba de comunicação, tem gente fazendo comercial grátis pra gente!”. Recentemente, fiz uma rápida sondagem em uma classe de marketing que leciono. Pedi que todos fizessem silêncio e escrevessem em um papel qual o nome da marca anunciante da tão comentada campanha dos pôneis malditos, e me entregasse o papel. Após a soma, o resultado foi: 33% Hyundai, 24% Toyota, 22% Kia Motors, 14% Nissan, 7% não lembravam/não sabiam. Que beleza! 80% lembram da campanha, e apenas não lembram da marca.

Sua marca não pode se limitar a um simples, tímido e coadjuvante logo num canto inferior esquerdo de um anúncio. Sua marca são cores, sua marca é direção de arte, é consistência de layout, é paixão aos detalhes, é a posição de todos os seus elementos cirurgicamente pensados como mascote, embalagem, slogan, chamadas, e também logicamente seu logo, tipologia, etc.

Obrigado, Nissan!

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Vela na elite da gestão esportiva

novembro 4th, 2011 0 Comentários

A 11ª edição da Volvo Ocean Race começou no dia 29 de outubro com a In-Port Race e exatamente uma semana depois, no dia 5 de novembro, as seis equipes participantes iniciam a jornada de mais de 39 mil milhas náuticas (72 mil quilômetros) pelos 5 continentes com a Leg 1 de Alicante (Espanha) até a Cidade do Cabo (África do Sul), em um trajeto de 6.500 milhas náuticas. Muitos podem não estar familiarizados com os termos náuticos ou histórico do evento, mas certamente a infraestrutura dessa regata tem muito a ensinar aos gestores do mercado esportivo.

Na última edição (2008/2009), mais de 1,700 bilhão de pessoas assistiram pela TV, acessaram a regata virtual ou jogaram o game da Volta ao Mundo. A estimativa da organização é aumentar em 10% esse número já que foram criadas novas plataformas com o jogo no Facebook e aplicativos para o sistema Android.

Além disso, o número de visitantes nas stopovers atingiu 3.879.362 e só pela internet 89 milhões de fãs acompanharam regata vencida pelo comandante brasileiro Torben Grael, no barco sueco Ericson 4.

Nessa edição 2011/2012, o custo da Volvo Ocean Race, sem contar os gastos com as equipes, gira em torno de R$ 140 milhões. Abu Dhabi Racing (Emirados Árabes), CAMPER with New Zealand Racing Team (Nova Zelândia/Espanha), Groupama Sailing Team (França), PUMA Ocean Racing powered by BERG Propulsion (EUA), Team Sanya (China) e Team Telefónica (Espanha) investiram cerca de R$ 27 milhões cada um para enfrentar as 39 mil milhas náuticas (72 mil quilômetros). Os barcos são feitos de fibra de carbono e dispõem da mais avançada tecnologia para agüentar os quase 9 meses de competição.

Mas um dos pontos mais interessantes está no desenvolvimento das cidades com a recepção do evento. Alicante, por exemplo, ganhou mais notoriedade e trouxe recursos à região. O impacto econômico na cidade foi de R$ 175 milhões, além da geração de 1.500 empregos.

Pensando nisso é que a cidade catarinense de Itajaí receberá os velejadores em abril de 2012. A reforma da vila da regata já foi iniciada e agora a cidade está implantando alguns planos do concurso “Projetos para Itajaí”, desenvolvido pelo comitê local da regata e pela prefeitura para incentivar empresas da região e a própria população à investirem na cidade, atendendo as necessidades da regata e deixando um legado para a comunidade.

E falando em legado, uma iniciativa muito importante para a vela começou com a edição 2008/2009 e irá se estender nesta e nas próximas edições. Durante cada parada – serão 10 nesta edição 2011/2012 – a Volvo Ocean Race promove na cidade sede uma Clínica de vela seguida de uma competição na classe Optimist, considerada o principal portão de entrada para os esportistas da modalidade – alguns dos principais medalhistas olímpicos começaram a carreira nessa classe. A Youth Academy visa atrair jovens e crianças para o ambiente da vela, proporcionado o contato com o esporte, e ainda encontrar novos talentos, responsáveis pelo futuro e desenvolvimento da modalidade.

E a principal competição náutica do mundo assegurou um cenário econômico favorável até a edição 2014?2015, prazo final do contrato do evento com a montadora Volvo e o grupo Volvo. Ou seja, a Volvo Ocean Race é uma mistura de aventura, bom planejamento e alto investimento, trazendo credibilidade e retorno para participantes, portos e patrocinadores. Um evento completo, envolvendo esporte, social, financeiro e ambiental.

 

 

 

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Procurar emprego pode ser divertido.

outubro 17th, 2011 0 Comentários

Converso toda semana com pessoas que estão buscando novas oportunidades, seja por já terem se desligado de alguma empresa, ou por estarem insatisfeitas onde estão. O fato é que, procurar uma nova oportunidade nem sempre é divertido. Geralmente este é um momento onde estamos ansiosos, estressados, preocupados, e tudo isso reflete diretamente na busca. As pessoas se sentem derrotadas cada vez que recebem uma carta de rejeição. Ou pior, quando não ouvem absolutamente nada. Costumo dizer que procurar emprego dá muito trabalho, e dá mesmo, o que não significa que tenha que ser chato.

Na verdade, o motivo número 1 da procura de emprego não ser divertida é que não a fazemos assim! Nós acreditamos que este é um processo chato e desmoralizante. Não é verdade! Encontrar trabalho pode realmente ser um desafio – mas se você estiver disposto a se abrir durante o processo, ele pode ser agradável e interessante.

Veja algumas dicas dadas recentemente no Careerealism.com, com alguns comentários meus:

 Passo 1: Tenha foco nas atividades e sinta-se bem.

Na prática, a primeira coisa que você precisa para iniciar uma busca de emprego é ter seu CV pronto, revisado e impecável, mas sentar-se diante de seu computador por horas a fio, sem fazer nenhuma reflexão anterior, pode ser suficiente para dar vontade de desistir ali mesmo!

O primeiro passo é aumentar seu auto-conhecimento e fazer novas descobertas para lembrá-lo de seus pontos fortes e interesses profissionais. Você precisa se sentir bem sobre quem você é e sobre o que tem para oferecer como  profissional. Esta tarefa nem sempre é fácil de ser concluída sozinha. Nas minhas orientações, sempre trago este ponto para discussão e muitas vezes indico que as pessoas façam uma pesquisa e pergunte a colegas, parceiros, familiares, etc, sobre isso. Muitas vezes nós não conseguimos ver alguns pontos sozinhos, mas quando alguém os diz, fica claro que são realmente pontos fortes. Durante este processo as pessoas ficam mais confiantes em suas habilidades e capacidades – e todos nós sabemos que uma atitude confiante é vital para convencer gerentes de recursos humanos que somos a pessoa certa para o trabalho.

 Passo 2: Você deve escolher, e não somente ser escolhido.

É incrível como muitas pessoas que procuram emprego realmente acreditam que as únicas opções de trabalho são aquelas publicadas em quadros de trabalho, anunciadas em revistas, sites de vagas, Linkedin, etc. Se você está somente respondendo a oportunidades que vê, com certeza está sendo escolhido, além de estar perdendo muitas chances que não chegam a aparecer publicamente. Sempre sugiro que as pessoas criem uma lista de empresas onde gostariam de trabalhar, pesquisem sobre elas e, caso continuem interessados, entrem em contato, independentemente da empresa ter ou não uma vaga aberta. Por quê? Porque todas as empresas estão à procura de talentos, independentemente do que eles têm divulgado. E o simples fato de você demonstrar interesse genuino por uma organização, pode te levar até aquelas oportunidades que nunca chegam ao Mercado, ou te destacar nas outras.

 Passo 3: Passe tempo com pessoas das empresas que você admira e respeita

Isso não deveria ser nenhuma surpresa. Se você tem uma lista de empresas onde gostaria de trabalhar, nada mais natural do que tentar encontrar e conhecer pessoas que trabalham lá! Provavelmente, você acharia fácil fazer-lhes perguntas sobre o seu trabalho e a companhia, certo? E, você iria gostar de ouvir sobre isso, correto? Bem, isso é exatamente o que recomendo que façam – chamo aqui no Brasil de “Entrevista de Pesquisa”. Um bate-papo onde você quer saber mais sobre a organização, mas é claro que precisa causar uma boa impressão ao mesmo tempo, pois com certeza estará sendo observado também.

Como sabemos, networking é como mais de 80% dos empregos estão sendo obtidos hoje. Você estará se divertindo e utilizando a melhor técnica de pesquisa para encontrar um trabalho que esteja  de de acordo com seus interesses e valores.

O principal passo para tornar a busca por recolocação divertida é conhecer pessoas novas,  compartilhar experiências e aprender com os erros, ou seja, não fazer isso sozinho!

 Não acredita? Então procure o Conexão Mercado e podemos ajudá-lo ainda mais.

By Fernanda Thees

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Ele deixou uma marquinha no universo

outubro 10th, 2011 0 Comentários

O planeta hoje acordou triste. O mago Jobs faleceu, após uma longa, histórica e bem sucedida jornada à frente do mundo da tecnologia. Após cerca de 7 anos de luta, Steve foi vencido por um dos mais letais tipos de câncer. Jobs foi um gênio, e todo gênio que se preze sobra em alguns aspectos e deixa a desejar em outros. Ao mesmo tempo em que ele demitia funcionários dentro dos elevadores da Apple em Cupertino/Califónia, de lá eram lançados produtos como o Mac OS X em que Jobs disse que os botões da tela ficaram tão bonitos que o usuário ia ter vontade de lambê-los. Ao mesmo tempo em que ele não fazia pesquisa com consumidores para lançar seus produtos, ele levava seus designers para conhecer a Casa da Cascata de Frank Lloyd Wright na Pensilvânia e inspirar o processo criativo deles. Ao mesmo tempo em que ele disse, com a maior naturalidade de mundo, que o trabalho de 1000 engenheiros que se debruçaram em um projeto durante 3 anos de nada valeu, ele lançou um MP3 com apenas 1 botão no meio, e é líder de categoria no segmento. Esse foi Steve Jobs.

Se eu tivesse a dura missão de resumir Steve Jobs em poucas palavras, eu me limitaria em: paixão aos detalhes e intuitividade. Tudo que a Apple fez, faz e fará carrega esses dois valores de forma sublime. Todos os produtos da Apple têm uma extrema atenção ao detalhes, tudo muito bem calibrado, bem pensado, e todo novo design tem um racional fortíssimo por trás. O cabo de energia é preso com imã ao computador, pois se você tropeça no fio não joga seu trabalho no chão. O botão de liga/desliga é sempre atrás, caso você esbarre, isso não deletará seu projeto todo. Tudo é muito intuitivo. Tudo é lindo. Nunca mexemos em um iPad mas quando pegamos um parece que já sabemos onde as coisas estão.

Jobs deixa um legado incomparável. Há quem compare o que ele faz como algo parecido com religião. Jobs é o messias, a Apple Store é a Meca da Tecnologia mundial e nós não somos meros consumidores, somos verdadeiros seguidores e adoradores. Vale lembrar que Steve Jobs era rodeado por outros gênios. Um deles é Jonathan Ive, que ao mesmo tempo que passeia em seu Aston Martin pelas praias da California, também desenha produtos como o iMac.

Ele foi um gênio provocativo. Qual CEO no mundo hoje que sentava com funcionário de chão de fábrica para discutir o processo de abrir da caixa dos produtos da Apple pelo consumidor? Jobs fazia isso, pois entendia que aquele era um momento mágico. Ele desafiou o mercado editorial com os e-Books, que vieram para ficar e crescem de forma avassaladora. Os livros físicos estão com os dias contados. Steve Jobs e a sua Apple ditaram a vanguarda tecnológica,e ao mesmo tempo, geram uma rápida e proposital obsolescência de seus produtos. O iPad 1 que, até o ano passado, estava na crista da onda, hoje já é velho. Dentro de anos, será item de museu. Não me resta dúvidas que Tim Cook e seu brilhante time de engenheiros e designers já estão com o iPad 3 pronto, e o iPad 4 já no protótipo, e o iPad 17 já idealizado. E cabe a nós consumidores sermos engolidos por esse tsunami de gadgets. A verdade é que eu não preciso de iPad 2, mas eu tenho que ter.

Hoje cedo comecei a aula com meus alunos com um 1 minuto de silêncio, e dediquei toda nossa aula à Steve Jobs ao seu brilhante legado à frente da Apple. Ao final, aplaudimos. Acho que esse é a melhor forma de homenageá-lo. Thanks, Steve!

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Empreendedorismo: O que significa isso na minha vida pessoal?

setembro 28th, 2011 0 Comentários

Empreendedorismo. Dono do próprio negócio, essa ideia vem à mente muitas vezes. Ser dono de sua vida profissional. Não deixa de ser verdade, já que esse conceito Empreender significa: “dedicar-se a praticar, pôr em execução, tentar, delinear.” Dicionário Soares Amora- Ed. Saraiva – 2009. Mas não só isso. O que tem a ver com a vida pessoal? Ser empreendedor significa proatividade, ir além, em busca de resultados.
Como as escolas tem incentivado essa prática? Em alguns cursos de graduação e até algumas escolas de Ensino Médio, existe a disciplina chamada “empreendedorismo”, que foca na gestão do próprio negócio, uma alternativa para a saturação do mercado de trabalho e como opção de independência profissional e pessoal. Nesse sentido, existem pelo menos duas organizações que investem nessa área: Endeavor e SEBRAE, com programas e cursos de capacitação para gestores.
A ideia desse artigo é revelar características de um empreendedor, que podem ser encontrados no perfil de pessoas que atuam, inclusive, nas grandes organizações.
Estas são algumas das principais características necessárias para se tornar um empreendedor. Veja quais delas você pode identificar e aprimorar: iniciativa, autonomia, autoconfiança, otimismo, necessidade de realização, perseverança e alto comprometimento. Traduzir pensamentos em palavras e ações.
Para mim, o que mais chama a atenção é quando se fala em “traduzir pensamentos em palavras e ações”. Considero-me uma pessoa independente e muitas de minhas ideias, só acontecem na minha cabeça e tenho dificuldade de traduzir isso em palavras e ações, que acaba por gerar algumas frustrações. Mas, quando observo as outras características, percebo que mais do que aprender na escola essa habilidades, todo o processo de desenvolvimento da minha personalidade contou com o incentivo da família e de certa forma, contribuíram de forma significativa para que eu me tornasse o que sou hoje.
Acredito que as organizações podem e devem fortalecer essas características através de palestras, campanhas, programas e avaliações. Contribuir para a melhoria do ambiente de trabalho deve ser um objetivo de todos.
Minha contribuição hoje: organize suas ideias e estabeleça suas próprias metas. Defina o que realmente é importante na sua relação pessoal e profissional. Trabalhe nisso, avalie e esteja pronto para as surpresas na trajetória.

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