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Todos temos que estudar

julho 15th, 2011 2 Comentários

Todos temos que estudar. Quando somos pequenos, pensamos que, ao acabar a faculdade, estamos livres da escola, dos estudos. Quando crescemos, vemos que não é bem assim que funciona… Devido o aquecimento econômico que o Brasil está passando, os diferentes setores também tiveram que aumentar a procura por profissionais. E como se especializar? Se reciclar?

Para isso, nada melhor do que procurar cursos – sejam eles rápidos ou, até mesmo, pós-graduação. Uma das materias da revista Pequenas Empresas Grandes Negócios deste mês enfatiza isso mesmo: “Empresário precisa estudar?”. É claro que sim.

Não importa se é micro, pequeno, médio ou grande empresário. Todos precisam ter conhecimentos de diversas áreas para conseguir manter a empresa no mercado, que vão de administração até mídias sociais.

De acordo com um estudo apresentado na matéria, a faixa de empresários com mais tempo de escolaridade está em crescimento.

A material, além de trazer mais informações e entrevistas com diversos empresários, também traz uma relação com seis cursos para enriquecer em seu negócio. Veja em http://www.trevisan.edu.br/imprensa/detalhe.cfm?idimprensa=1063.

Até a próxima.

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Ensino Médio: Caminhos da educação brasileira

julho 13th, 2011 0 Comentários

O Ensino Médio tem estado sob holofotes nos últimos tempos. A discussão começa com a avaliação do ENEM e passa pelos processos seletivos da USP e UNICAMP, mais tradicionais do Estado. O próprio currículo em jogo: formação para o trabalho x formação integral com destino à universidade. Uma velha discussão…
No dia 11/07/11, o Ministério da Educação divulgou pesquisa que informa que escolas privadas podem ter classes mais cheias do que as públicas e que não há perfil padrão entre as melhores no Enem. Estas informações foram publicadas na Folha de S. Paulo.
Mais importante que o número de alunos em sala é a relação de aprendizagem entre os alunos e professores. Não há um padrão, mas fica nítida a relação entre uma metodologia mais focada em resultados do que a formação do aluno ao longo do processo de escolarização.
Se por um lado as escolas lotam as salas de aula, por outro precisam oferecer uma metodologia alinhada com as novas necessidades de formação de um cidadão do século XXI e se utilizam de tecnologias para aprimorar essa relação com o aprendizado, capacitando docentes e alunos para a utilização dessas ferramentas.
Ao mesmo tempo, as avaliações como o ENEM e o tradicional vestibular da FUVEST, continuam sendo parâmetros para escolha e identificação de qualidade da escola.
Nesse sentido é preciso manter um equilíbrio para não saturar o aluno e desencadear um processo de “pânico” por conta de tantas avaliações.
Todo o processo de ensino médio deve ser orientado visando à formação completa do aluno tanto para uma boa escolha profissional como para uma formação integral de desenvolvimento humano e relacionamento.

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Quer crescer no mercado? Compre seu vizinho!

julho 11th, 2011 0 Comentários

Qual empresa não quer crescer no mercado? Quem não quer conquistar mais e mais consumidores? Qual companhia não quer agradar acionistas? Todo mundo, correto? Sim, só que o grande desafio é como fazer isso. E hoje em dia as empresas dispõem das mais diversas munições mercadológicas para se atingir essas ambições. Por exemplo: vamos crescer organicamente, vamos dobrar nossa equipe de vendedores, vamos pras ruas conquistar clientes, vamos acompanhar o crescimento vegetativo de um mercado qualquer, ou então vamos investir milhões em propaganda e aguardar a nossa loja encher.
No entanto, o que vemos de forma mais freqüentes de anos para cá é uma forma de crescer mais simples: comprar outras empresas. Nos últimos vinte anos, assistimos um gigante volume de fusões e aquisições de grandes marcas no mercado e o caso mais recente é a possível fusão do Carrefour com o Pão de Açúcar, que está prestes a se concretizar. Comprando outra marca é possível ganhar market share de forma menos cansativa e menos desgastante. Sobretudo, é uma forma cara de crescer, pois comprar outra empresa significa integração de sistemas, ruído com clientes leais à marca, implica em unir culturas organizacionais diferentes, e até mesmo resulta em um alto gasto trabalhista com possíveis demissões.
Em praticamente todos os segmentos de mercado percebemos esse movimento. Há 10 anos, a Unilever comprou a Kibon no Brasil, e mais recentemente comprou a Arisco. A Hypermarcas adotou uma estratégia mais arrojada que é comprar marcas mais antigas como Rastro, Avanço, Olla e Epocler. A gigante JBS comprou o Frigorífico Bertin, a Swift e a Friboi. E dessa forma, vão arrebanhando novos consumidores.
O segmento bancário merece uma atenção especial, pois nesse setor as fusões e aquisições de marcas ocorrem com uma freqüência acima da média. O Banco Nacional era uma marca de muito prestígio no segmento (patrocinava o clássico boné azul do piloto Ayrton Senna), e foi comprada pelo Unibanco que a eliminou do mercado. Mais recentemente o Banco Itaú comprou o mesmo Unibanco, e já concluiu o processo de morte da marca dos Moreira Salles. A saudosa marca BankBoston, que era uma das mais admiradas no segmento financeiro, foi engolida pelo Itaú. Vale lembrar que o Banco Itaú também já havia comprado o Banerj. O Banco Real (que já tinha comprado o Sudameris), também era uma marca super tradicional no setor bancário brasileiro, e acaba de ser abduzida pelos espanhóis do Santander, que por sua vez, já tinham absorvido a marca Banespa, Meridional, Noroeste e Bozano Simonsen. Essa é a dinâmica do mercado.
A razão desse extermínio súbito de marcas tão tradicionais e tão fortes é simples: operacional e financeiramente falando custa caro se manter duas marcas no mercado. São dois nomes, duas marcas, dois símbolos, dois slogans, dois posicionamentos, duas papelarias, duas equipes de gestão de marca, e tudo isso não custa pouco para a empresa compradora . É uma decisão mais sensata e mais inteligente (sob a ótica de custo) manter uma única marca no mercado. Por mais que trackings de pesquisa ainda possam perceber um forte elo do consumidor com a marca que será eliminada, ainda assim compensa mais, financeiramente falando, manter uma única marca. Resumo da ópera: quer crescer no mercado de forma rápida e que atenda à expectativa dos acionistas? Bota a mão no bolso, faça a sua oferta e compre teu vizinho.

Marcos Hiller (@marcoshiller) é coordenador do MBA em Branding (Gestão da Marca) na Trevisan Escola de Negócios.

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Administrar crises também faz parte da boa gestão de carreira

julho 8th, 2011 0 Comentários

 

Um dos principais fatores a se considerar na gestão de carreira de atletas, treinadores, clubes e entidades ligadas ao esporte – aliás, em qualquer entidade de interesse público – é o gerenciamento de crise. É um momento pontual, porém, de certa forma, inevitável. Afinal, a superexposição a que essas figuras estão sujeitas mostra que qualquer faísca pode virar um fogaréu quando não bem controladas.

Um exemplo recente de bom gerenciamento pode ser notado no caso Cielo. Um dos melhores atletas do Brasil na atualidade foi flagrado no exame antidoping. Um susto para muitos fãs e uma manchete para todas as mídias – nacionais e internacionais. Um momento tenso para o atleta e delicado para sua assessoria. Mas a administração foi eficaz.

Primeiramente a calma e o “time” na divulgação de informações se fez necessária. A assessoria do atleta provavelmente foi bombardeada de ligações e e-mails, porém mostrou-se correta ao esperar reunir todas as informações pertinentes para só depois enviar uma nota de esclarecimento básica sobre o assunto. Nesse momento qualquer informação confusa ou incompleta pode agravar a situação, já que abre-se espaço para interpretações errôneas. Assim, por mais inconformados que os jornalistas estivessem com a demora para conseguir alguma declaração ou informação, ela saiu no momento exato que deveria e com as informações relevantes para aquela hora. Informações adicionais viriam quando fosse necessário e pertinente.

Depois, a convocação para coletiva o mais breve possível era imprescindível, já que nesses casos duas situações são factíveis: apenas o atleta pode se responsabilizar pelos seus atos, então, suas declarações oficiais são primordiais para esclarecimentos e manutenção da credibilidade da figura pública; se você não fala os outros falam por você, logo, antes que suposições se espalhem, quão antes uma declaração for feita, menor é a oportunidade de boatos e ampliação de notícias negativas em toda mídia.

Além disso, como bem lembrou o colega Erich Beting em seu blog, ponto positivo para Cielo que não expôs seus patrocinadores no momento da dificuldade. Ao vestir um terno mostrou não apenas amadurecimento, mas incorporou um papel claro de figura pública e ídolo, logo formador de opinião, e se saiu muito bem demonstrando responsabilidade e seriedade para tratar de uma situação crítica. Patrocinadores e fãs devem se orgulhar pelo profissionalismo.

Culpado ou não, não cabe a ninguém julgar. Entretanto a discussão persiste e em alguns casos se estende por muito tempo. A mesma mídia e opinião pública que coloca o indivíduo no topo, o faz descer do pedestal em um estalar de dedos. Contudo, o mais importante para o atleta é aprender a superar, não se deixar abalar pelos acontecimentos e seguir procurando dar continuidade no trabalho desenvolvido. Afinal, todos também gostam de uma reviravolta no caso, de um retorno surpreendente.

Maurren Maggi pegou 2 anos de suspensão, também por doping, e depois ganhou uma medalha olímpica. Ronaldo, o Fenômeno, suportou alguns escândalos, 9 cirurgias e terminou a carreira como o novo Pelé do futebol. Ou seja, a crise existiu, mas foi encarada com seriedade e ultrapassada com profissionalismo. É assim que se constrói uma imagem sólida e de respeito. Todos temos momentos baixos, afinal os altos são resultado de um aprendizado nas horas ruins. Cielo e muitos outros não devem temer estarem por baixo, pois é questão de tempo e trabalho virarem notícia boa novamente.

E para isso, não se pode negar a crise, mas é preciso tratá-la com frieza para que as emoções não comprometam a imagem, o discernimento e tomada de decisão, estendendo o problema. E principalmente, é necessário administrá-la meticulosamente, pois cada imagem ou palavra é uma oportunidade, boa ou ruim, para a mídia construir um personagem, que pode ficar ou não marcado na história.

 

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Mudança no varejo brasileiro

julho 1st, 2011 0 Comentários

Mudança no varejo brasileiro

Esta semana, uma das notícias de maior destaque na imprensa foi a fusão entre o Grupo Pão de Açúcar (CDB) com o Carrefour. Mas a CDB vem investindo, faz tempo, em fusões – Casas Bahia e Ponto Frio (setores que a empresa não tinha uma grande presença de mercado). Agora, junto com o Carrefour, eles estarão à frente no varejo brasileiro.

Para isso, de acordo com matéria do jornal Correio Braziliense (DF), o empresário Abílio Diniz “precisará de 2.5 bilhões de euros (R$ 5,7 bilhões), dos quais até 2 bilhões de euros (R$ 4,6 bilhões) poderão ser liberados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES)”. Este ponto também está em grande discussão no mercado.

Nesta mesma matéria, o professor de economia da faculdade, Alcides Leite, comentou que “esse movimento de consolidação do mercado é uma tendência natural e permitirá ao Pão de Açúcar ganhar mais força internacional. Resta saber se haverá a proteção da concorrência e a preservação dos empregos.”

Já o coordenador de pós-graduação e MBA da faculdade, Olavo Henrique Furtado, disse ao jornal Gazeta do Povo (PR) que “a fusão favorece, por outro lado, um movimento de aquisições de redes regionais. Tanto da nova empresa, que, fortalecida, pode ir às compras, quanto da rival Walmart em busca de uma reação de mercado mais rápida. Estamos vivendo uma nova fase de fusões no varejo.”

Se quiser saber mais sobre isso, acesse as matérias na área de imprensa do portal da Trevisan.

Até a próxima!

 

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Como escolher uma carreira?

junho 29th, 2011 1 Comentário

Como escolher uma carreira? Essa é a pergunta mais comum entre os adolescentes que estão no Ensino Médio e têm um leque imenso de opções e perspectivas. Como conciliar uma escolha que desfrute de prestígio e boa remuneração com algo que se goste de fazer?
Fazer a escolha da profissão requer alguns princípios básicos:
• Autoconhecimento: quais são meus pontos fortes/fracos?
• Conhecimento das profissões: rotina, remuneração e oportunidades.

Para alguns, essas perguntas são mais facilmente respondidas, para outros, a indecisão os persegue até o primeiro momento na faculdade.
O que é uma escolha afinal? Deixar coisas para trás. No meu ponto de vista, é isso exatamente que mais incomoda porque queremos ter tudo, abraçar o mundo e não perder “nadinha”…
Renunciar uma parte da vida que ainda nem conhecemos, é muito difícil, porque na adolescência não queremos abrir mão de nada mesmo.
Algumas dicas que podem ajudar no momento da escolha:
1- Faça uma lista dos cursos que mais atraem você.
2- Confira as faculdades que oferecem esse curso e que são reconhecidas pelo mercado de trabalho.
3- Converse com profissionais das áreas que você tem interesse.
4- Visite organizações que atuem no setor, mesmo que seja um trabalho voluntário, é sempre possível adquirir uma experiência de vida e abrir os horizontes.

Somos seres complexos, e não existe uma possibilidade única de desenvolvimento ou de carreira. A decisão de hoje representa o primeiro passo – o início de uma jornada na vida adulta e profissional, cheia de expectativas, vitórias e frustrações.
Após o início das aulas na faculdade, serão nossas emoções que nos dirão se fizemos a escolha certa. O ajuste é natural e o desajuste também. Pode vir a sensação de estar adorando e é isso mesmo que eu queria; ou ainda de descobrir que não tem nada a ver com o que você imaginava.
Seguimos nossa vida escolhendo e aprendendo. O que não é bom hoje pode ser daqui a algum tempo.
Aproveite cada uma das suas escolhas. Experimente e decida fazer. Toda a experiência é um grande aprendizado.

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Bombardeio = Dinheiro na Lata de Lixo

junho 21st, 2011 0 Comentários

Estudos de Harvard constataram que cerca de 1800 mensagens publicitárias tentam impactar um consumidor em um dia, sejam spots de rádio, outdoors, anúncios televisivos, pop-ups que a gente fecha em segundos, etc. Destas 1800, o consumidor é atingido apenas com 80, mas realmente lê e presta atenção em 15. Esses números impressionantes ratificam que existe hoje um verdadeiro bombardeio de mensagens nos consumidores. E não é preciso muita capacidade técnica para chegarmos a uma conclusão óbvia: uma pessoa normal simplesmente não consegue decodificar tamanho volume de informação. A nossa capacidade de absorção é limitada e cabe aos bem pagos profissionais que planejam essas mensagens o dever de minimizar esse desperdício de esforço e de dinheiro. Sim, o resultado disso é dinheiro na lata de lixo.
O fato é que existe hoje uma nova e irreversível ordem no mundo da comunicação de marketing, mais precisamente no modelo clássico de comunicação, antes era uma via de mão única, ou seja, emissor emitindo uma mensagem a um receptor, e agora esse receptor não é mais um mero receptor, ele não só reduziu sua capacidade de recepção como também se transformou em um emissor com as mesmas prerrogativas de emissor clássico. Com a avassaladora revolução tecnológica que presenciamos hoje, o nosso antigo receptor agora produz informação, gera conteúdo, planeja mensagens, canais, freqüência, buzz (podemos citar aqui o emblemático e ainda fresquinho caso da Brastemp).
Os planejadores de comunicação devem levar em consideração essa nova dinâmica, e mais que isso, onde já se exigia grandes esforços, nesse novo cenário, os esforços agora devem ser ainda mais científicos. A convergência de mídias, a portabilidade e a mobilidade são personagens que protagonizam esse novo momento, e ter métricas de avaliação claras e bem desenhadas torna-se um dos desafios mais difíceis no universo midiático.

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Clubes brasileiros ainda estão desconectados na comunicação virtual

junho 17th, 2011 3 Comentários

Um estudo da Trevisan escola de negócios mostra que o twitter já virou febre entre os jogadores de futebol. Entretanto a mesma realidade já não se aplica aos clubes nacionais. Eles ainda atualizam muito pouco a ferramenta que hoje tem mais de 300 milhões de usuários. O que falar então da criação de Mark Zuckerberg, o Facebook, no qual um levantamento do poral maquina do esporte observou que os perfis “não oficiais” tinham mais fãs que os perfis oficiais.

Ou seja, é preciso que os clubes se atentem mais as novas preferências e tendências, afinal as redes sociais se mostraram um excelente canal de comunicação com os torcedores, abrindo oportunidades para fidelização, e ainda para ampliação do relacionamento com todos os stakeholders – fornecedores, patrocinadores, mídia etc.  

Além disso, navegando pelos sites dos principais clubes brasileiros da atualidade – entende-se como os 20 clubes da série A de 2011 e mais alguns times da série B que estavam na série A – foi possível observar que a muitos deles ainda estão tropeçando na rede.

A navegabilidade é muito ruim (caminhos confusos para se obter uma informação – alguns não contam com ferramenta de busca para facilitar), há pouca interatividade, falta principalmente informação nas páginas sobre Contato com o clube até porque a resposta desse contato se mostrou demorada e em alguns casos não aconteceu. No site do Botafogo sequer existe esse espaço para contato.

Em um mundo globalizado e altamente conectado é imprescindível uma boa comunicação virtual. Afinal, ela representa a maneira mais fácil de aproximar pessoas. Inclusive, para o mundo dos negócios é uma ferramenta extremamente útil de se atingir clientes.

O Manchester United, por exemplo, gera 20% de sua receita através da internet. O Manchester utiliza o site para venda de: publicidade no website; tickets para jogos e estacionamento;venda de pacotes turísticos voltados tanto para os torcedores que moram na cidade e desejam acompanhar o time, como para torcedores de outras cidades que queiram visitar Manchester; produtos licenciados; assinaturas da TV online, que transmite via internet os jogos da equipe; serviços e produtos para mobile phone (ringtones, vídeos, informações e etc.); produtos financeiros tais como seguros, cartão de crédito e aplicações; e cassino online.

Então por que os clubes brasileiros também não aproveitam essas oportunidades e facilidades para conquistar os torcedores? Lembrando que não basta apenas criar canais de compra, mas também oferecer produtos e serviços compatíveis com a demanda.

Alguns clubes que tem mostrado um trabalho bacana na world wide web, como Corinthians, Santos e Internacional e São Paulo. O trabalho do clube do Parque São Jorge no site oficial até pode assustar pela “poluição visual” na pagina inicial, mas a quantidade de informações e um espaço dedicado á “transparência”, onde se encontram os balanços e outros documentos oficiais, é de se admirar, assim como a interatividade promovida via o perfil “República Popular do Corinthians” e se o clube brasileiro com mais seguidores no Twitter, hoje com mais de 430 mil.

O time do litoral sul paulista está atualmente com mais de 136 mil seguidores no twitter e também tem aproveitado a ferramenta promoções e ações de relacionamento com a torcida, o que nesse momento favorável da equipe é fundamental e essencial para o clube. No caso do colorado, o portal do Inter mostrou-se o mais completo de conteúdo.

Já o São Paulo mostrou que está se atento ao movimento online. Além de estar com um website novo e bem estruturado, para lançar seu novo site convocou os fãs a alcançar o número de 123 mil tweets com a hashtag #novositesoberano* (detalhes ao final da apresentação) e a ação foi tão eficaz que em oito horas o novo site foi colocado no ar, sendo que a previsão da agência de comunicação responsável pela campanha era atingir a meta em 36 horas.

Enfim, as opções para ampliar e melhorar a comunicação, hoje, não faltam. Basta uma atenção redobrada, afinal uma boa comunicação é essencial em qualquer negócio e meio.

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O que a Copa pode deixar de benefícios

junho 15th, 2011 0 Comentários

A oportunidade que o País tem de sediar a Copa do Mundo pode gerar muito mais benefícios do que a realização do evento em si. Até porque dificilmente a conta para a realização do evento “fecha” se for comparado tudo o que é investido (estimado em R$ 100 bi) com o que entra de recursos durante aqueles 30 dias de jogos.

Mas isso não significa que não valha a pena, porque o País sede pode desenvolver importantes legados para os anos seguintes:

  • Infraestrutura: novos estádios, portos, aeroportos, e outras obras de mobilidade urbana ficarão como benefício concreto para o País. Obviamente, caberá a nós gerirmos, de forma adequada e sustentável, esses novos ativos.
  • Turismo internacional: serão bilhões de pessoas no mundo conhecendo mais sobre o Brasil durante a Copa e milhares viajando pelo País naqueles trinta dias, que podem significar milhões de turistas nos anos seguintes.
  • Setor esportivo: ganhará uma exposição interna como nunca antes teve, crescendo como estrutura, como negócio e como possibilidade de transformação social.
  • Capital humano: pessoas terão que ser capacitadas para a gestão do evento e a recepção dos turistas; esse capital humano não será perdido e poderá ser absorvido pela economia interna, que, aliás, vive um ciclo extremamente positivo.

E, por fim, não podemos desprezar o que sediar uma Copa pode significar em termos de autoestima e felicidade para os brasileiros. Este intangível talvez seja aquele que possa representar o principal motor de transformação e salto qualitativo da nação nos anos seguintes ao grande evento.

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A importância do estágio e outras atividades durante a faculdade.

junho 14th, 2011 0 Comentários

SIM, fazer estágios durante o período da faculdade é extremamente importante, mas não precisa ser necessariamente um estágio, o interessante é se envolver em alguma atividade que te traga experiências. Mas como assim, que outros tipos de atividades???

Há muitas opções para os alunos engajados e que querem aprender e testar seus conhecimentos desde cedo:

- o próprio ESTÁGIO: Geralmente feito em empresas, dá ao aluno a oportunidade de conhecer melhor certos tipos de atividades, de entender melhor a cultura da empresa onde está inserido – e não só identificar se gosta ou não daquela cultura, mas se dar conta do impacto que tem a cultura organizacional sobre suas escolhas, e dá uma excelente chance de experimentar. Se como estagiário você passou por 4, 5, 6 empresas durante a faculdade, isso não é um grande problema no seu CV, pois você estava justamente na época de testar, ver o que mais gosta, conhecer novas áreas. Por outro lado, se depois de formado você troca de empresa a cada 6 a 12 meses, isso pode ser altamente prejudicial para seu CV no médio prazo. Outra questão a ser experimentada em estágios é trabalhar em pequenas X GRANDES empresas. Acredito que,como tudo, ambas trazem vantagens e desvantagens: em uma empresa grande você tem uma estrutura muito maior, pessoas específicas para fazer cada atividade – e até te ajudar em algumas, mas você também estará fazendo algo específico, e terá que fazer algo bastante bom para se destacar no meio da multidão. Por outro lado, se você está em uma empresa pequena, provavelmente receberá mais responsabilidades e terá mais exposição, tendo uma maior chance de se destacar, mas não terá toda a estrutura, benefícios, etc… Vale a pena testar as duas e ver por onde quer começar!

- outra opção é trabalhar nas EMPRESAS JUNIORES: No ano de 1967, Estudantes da L’Ecole Supérieure des Sciences Economiques et Commerciales (ESSEC) de Paris (França), buscavam uma alternativa para aplicar os conhecimentos teóricos adquiridos no ensino superior e ansiosos em ganhar experiência profissional, criaram a primeira Empresa Junior do mundo. No Brasil , a criação da primeira Empresa Junior aconteceu na Fundação Getulio Vargas/SP, em 1989. O movimento em São Paulo cresceu rapidamente e hoje conta com o maior número de empresas em todo o país. Rapidamente o movimento chegou a praticamente todos os estados do Brasil. Este é um movimento muito interessante pois dá ao aluno a oportunidade de ser “Presidente”, “Diretor”, ou de assumir responsabilidades muito cedo em sua carreira e, apesar do tamanho da responsabilidade não se comparar aos mesmos cargos de grandes empresas, algumas competências já começam a ser desenvolvidas, e esses alunos começam a ter hitórias para contar. Geralmente o trabalho é sem remuneração, mas é uma excelente experiência, além de ser muito bem visto por recrutadores.

- outras ATIVIDADES ACADÊMICAS: Além das empresas juniores que muitas, mas nem todas as faculdades oferecem, tem também todas as outras possibilidades acadêmicas, como ser representante de turma, fazer parte do DA (diretório academico), se engajar em órgãos dirigidos por estudantes (como a AIESEC), e muitas outras.

- o TRABALHO VOLUNTÁRIO: Além de mostrar uma preocupação do aluno com a sociedade – o que é muito bem visto em várias empresas, principalmente naquelas mais socialmente responsáveis, esses trabalhos também podem trazer uma grande carga de experiências e vivências que podem ser transferidas para o ambiente corporativo, como a liderança, trabalho em equipe, comprometimento, senso de responsabilidade, e muito mais.

- por último, mas não menos importante, temos a EXPERIÊNCIA INTERNACIONAL: Muitas pessoas acreditam que a experiência internacional só é válida se for para trabalhar em uma empresa sólida e ser um estagiário na area X ou Y. É claro que isso é muito bom mas, novamente, há outras possibilidades. Você pode fazer um ano ou semestre da faculdade em alguma escola fora do Brasil (claro que isso depende de um acordo entre as escolas caso você não queira perder o semestre – mas também pode valer a pena trancar o semestre em troca da experiência…), pode trancar a faculdade e ficar algum periodo fazendo um curso de idiomas e trabalhando (como analista, como babá, como garçon – por que não???), enfim, pode fazer muitas coisas. Aqui, novamente, o importante é se expor, querer aprender, passar a entender novas culturas, abrir a cabeça, ver como outras pessoas pensam e fazem coisas que você sempre pensou e fez de forma bem diferente, abraçar a diversidade e expandir suas fronteiras físicas e mentais.

Estas são cinco opções que você pode ter para já começar a se desenvolver profissionalmente desde cedo, mas lembre-se de que há muitas outras, e nunca é cedo ou tarde demais para começar!

E para complementar, assistam ao video da Loite com Roberta Perdomo, gerente de RH da P&G, sobre a importância dos estágios e de ter histórias para contar…

Boa sorte!

 

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