O trabalho denominado “Horizon Report 2010” , citado pelo jornalista Ethevaldo Siqueira no Jornal Folha de São Paulo, descreve seis tecnologias emergentes que podem fazer uma verdadeira revolução na universidade, na pesquisa científica e na economia dos países nos próximos cinco anos.
No prazo de um ano:
- Computação móvel: netbooks, celulares, smartphones ligados à internet sem fio.
- Conteúdo aberto: todo o conteúdo das aulas nas universidades, de livros, de pesquisas, etc… poderão estar disponíveis na internet a qualquer usuário.
No prazo de 3 anos:
- livros eletrônicos: pouparão o estudante de carregar livros e de gastar recursos comprando material necessário para suas aulas.
- Realidade aumentada: Uso de gráficos e imagens sobrepostas ao ambiente real.
No prazo de 5 anos:
- computação gestual: computadores que obedecem comando de gestos.
- Análise de dados visuais: Transforma dados complexos em formas de fácil identificação e capta através de imagem informações que podem ser trabalhadas pelo computador.
Do estudo mencionado, o que me chamou mais a atenção, é que as novas tecnologias ajudarão ao aluno a ter uma formação mais ampla, mais interdisciplinar. A escola tende, cada vez mais, a ser um ambiente de desenvolvimento da capacidade crítica do aluno e não uma máquina de informações como é hoje. Cabe a escola incentivar o aluno no processo de aprendizagem, a gerar capacidade de desenvoltura. Quem escolherá sua profissão será o aluno e não a escola.
Sendo assim, devemos começar a exigir dos alunos conhecimento mais amplo. Cultura geral, principalmente em relação às artes plásticas, cinema, teatro, arquitetura, história e psicologia.