Intercâmbio profissional. O aumento da possibilidade de se trabalhar em outra cidade ou país tem crescido muito no Brasil. Por sermos o “País do Presente” e termos uma economia e política estável, a procura por profissionais que querem vir para cá trabalhar também cresceu muito. Mas há um ponto que as empresas precisam pensar, e muito, antes de mandar seu profissional para outra filial: quais serão os meus gastos?
Para muitos brasileiros que foram transferidos, a presença da família foi fundamental para adaptação e para melhorar o desempenho neste novo desafio. A Folha de S.Paulo, no último domingo, publicou uma matéria no caderno de Negócios abordando este tema.
A professora de gestão de pessoas da Trevisan Escola de Negócios, Lilian Graziano, concorda que a empresa precisa sim dar suporte para levar a família do profissional junto. Segundo ela, “o maior índice de insucesso está ligado à adaptação, que é facilitada com a presença da família”.
A empresa precisa pensar bem – e colocar os gastos no papel – para ver se é válido ou não transferir o profissional. Para saber mais sobre o tema, acesse o link http://www.trevisan.edu.br/imprensa/detalhe.cfm?idimprensa=1241.
Boa leitura!