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Entendendo o negócio e implementando controles

maio 16th, 2012 0 Comentários

Hoje vou relatar aqui um pouco do que tenho visto ultimamente em meus trabalhos e aulas. Muita gente me pergunta: “Como posso implementar controles internos, tenho muita dificuldade, pois já li seu livro, artigos, e participo de varias palestras e congressos, mas as duvidas persistem”.

Bom, vamos por partes, uma coisa muito importante é entender o negócio, e nisso incluímos processos, pessoas, regulamentos internos e externos, a cultura da administração e os riscos envolvidos.

Mas até aí nenhuma novidade, creio eu, entretanto as pessoas pecam em partir para implementação de normas e procedimentos sem a devida informação organizacional em mãos, mas o que é isso? O negócio, como funciona, as receitas são oriundas de que atividade? E as despesas são provenientes de que fontes? Por isso é importante entender que a empresa necessita de resultado para a sua manutenção e sustentabilidade. Fica aqui uma pergunta, você já viu o plano de negócios de sua empresa?

Cada controle implementado na empresa se transforma de uma maneira ou de outra em relatório ou numero, devemos buscar alinhar conduta, ética, normas e procedimentos à resultados (lucros), sem isso não existe empresa. Flexibilizar controles não significa negligenciar, pelo contrario, fazer o negócio girar com informações tempestivas e seguras, mas como podemos entender o negócio e implementar controles?

Acredito que seja simples, fazendo parcerias, pois não sabemos tudo, mas devemos conhecer quem sabe, o segundo passo, lembremos que bons controles são oriundos de bons mapeamentos de processos, afinal todos temos procedimentos em nossos trabalhos, boa parte em nossas cabeças, então devemos documentar isso até mesmo para aprendizado dos novos colaboradores, ou você acha que vai ficar a vida inteira fazendo a mesma coisa?

Se a sua intenção não é criar raízes na mesma cadeira, deve ser um dos primeiros a buscar a mudança de postura e cultura. Crescimento profissional não é fácil, mas deve ser uma meta.

Sei que a área comercial busca negócios, mas nem todo mundo faz “esqueminhas”, muitos trabalham com seriedade e devemos então facilitar a geração de receitas e propor controles mais eficazes e menos burocráticos. A revisão dos controles se faz presente nestas situações e devemos estar ao lado de quem proporciona o giro financeiro da empresa, afinal negócio mal feito gera riscos de crédito, inadimplência, garantias, despesas de cobrança, judiciais, imagem, entre outras.

Portanto, as áreas de controladoria, fiscal, compliance e controles internos, riscos, auditorias, tesouraria e TI, devem se alinhar na busca por resultados com controles mais efetivos e íntegros, para que a tomada de decisão seja mais eficiente e o conhecimento da performance da empresa seja conhecido e gerenciado com competência. Não adianta implementar controles por questões de legislação, mas entender onde meu negócio se adapta a lei.

Tudo isso é uma questão de conceitos, devemos rever os nossos o quanto antes, na busca de redução dos conflitos internos e realmente demonstrar que controles internos, contabilidade, finanças, riscos e conformidade devem ser tratados como parte de um processo organizacional, todos tem a mesma importância, a diferença é o peso que damos à eles. Pense nisso.

* Marcos Assi é professor do MBA Gestão de Riscos e Compliance da Trevisan Escola de Negócios, autor dos livros “Controles Internos e Cultura Organizacional – como consolidar a confiança na gestão dos negócios” e “Gestão de Riscos com Controles Internos – Ferramentas, certificações e métodos para garantir a eficiência dos negócios” pela (Saint Paul Editora) noite de autógrafos, dia 25 de junho, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, e consultor de finanças do programa A Grande Idéia do SBT. 

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Dialogar com a classe C não é fácil não

maio 14th, 2012 0 Comentários

Em meio a imensidão de ofertas e excesso de estímulos que o mercado oferece, conversar e se conectar com classes emergentes é a diretriz que rege boa parte de ações de marketing na atualidade. Consumidores de classes menos favorecidas ganharam um poder de compra que nunca tiveram nos últimos anos. E os anunciantes logicamente passam a olhar para esse segmento de mercado com muito apetite. Redes de lojas como Casas Bahia, Marabraz, Lojas CEM. Pão de Açúcar, Magazine Luiza constroem posicionamentos e promessas de marca assentadas na classe C e na conquista da felicidade. Comprar é prazer, e eu consumo para buscar a felicidade. Quase todas essas marcas usam slogans que remetem à felicidade, como por exemplo: “Vem ser feliz”, “Lugar de gente feliz”, entre outros. Já as Lojas Pernambucanas montou um hotsite do Luan Santana. A própria inauguração do Shopping Mais Largo 13 no bairro de Santo Amaro em São Paulo é a tentativa assumida de se construir centros de consumo destinados a esse segmento de mercado. Lá instalam-se lojas que possuem um posicionamento de marca claramente focado a classe C, marcas como Marisa, Giraffas, Habib’s e Boticário estão lá com suas lojas lindas, iluminadas e convidativas ao consumo. Afinal, comprar é gostoso.
Recentemente parei para escutar no rádio do meu carro a Nativa FM, a emissora mais ouvida de São Paulo. Entre uma música ou outra de Zezé di Camargo e Luciano, ou Paula Fernandes, entra um spot da Anhanguera Educacional com um texto mais ou menos assim: “Você quer viajar pela empresa? Você quer liderar equipes? Conheça a Pós-Graduação da Anhanguera, parcelas que cabem no seu bols, etc, etc, etc”. Oras, eu me pergunto: desde quando viajar pela empresa e liderar equipes é sinônimo de sucesso profisssional? Pelo visto, a Anhanguera entende que isso sim são metas almejadas por seus potenciais alunos.
O grande desafio é dialogar sem esteriotipar. As telenovelas da Rede Globo “Avenida Brasil” e “Cheias de Charme” estão hoje tentando criar níveis de conexão com esse público. A primeira, por meio de personagens como Leleco (interpretado por Marcos Caruso) ou Tufão (papel de Murilo Benício) buscar criar trejeitos, comportamentos culturais e hábitos do consumo que permeiam o cotidiano da classe C. Já a telenovela das sete coloca como protagonistas da trama empregadas domésticas de uma forma muito esteriotipada, com roupas extravagantes, fãs de artistas midiáticos, usando gírias, ditando moda, e compartilhando fotos de galãs por meio de seus celulares pré-pagos.
Por mais que se façam pesquisa focus group com pessoas da classe C para entender a fundo como se comportam e como agem, os diretores de criação, redatores e planners das agências de publicidade são pessoas muito distantes economicamente dessas classes da base da pirâmide. Como se conectar sem esteriotipar? Esse é o desafio. E na minha visão, ninguém ainda conseguir dialogar com a classe C de forma honesta, sem clichês, rótulos e formatos enlatados. Parece que conversar com pessoas de classe AAA é mais fácil.
Por fim, e para literalmente fechar esse artigo com chave de ouro, trago à tona a nova campanha da rede de supermercados DIA que está e entendendo que a classe tem aspirações se ser rica como a socialite Val Marchiori, uma das protagonistas do reality show “Mulheres ricas”. A campanha foi criada pela Z+ em parceria com a Media Contacts. O plano de comunicação da marca inclui três filmes, anúncios, além de peças para a web e de merchandising (promoção no ponto de venda). O mote da campanha tenta reforçar os três pilares da marca: “preço baixo, proximidade e marca própria” e são apresentados por Val em situações do seu dia-a-dia. Ela explica porque não faz suas compras na rede, pois o que mais gosta é gastar. Em campanhas milionárias como essa, a marca DIA corre o risco de se desconectar da classe que deseja atingir. Sem dizer que uma das peças ficou muito parecida com a campanha da SKY com Gisele Bündchen. Propaganda grátis para a SKY, e o Diretor de Marketing deles agradece. Que loucura!

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Escolha Profissional: Preparo Acadêmico

maio 9th, 2012 0 Comentários

Escolher uma profissão não é tarefa fácil. São muitas opções, mais de 200 na verdade, que o aluno do Ensino Médio precisa fazer.

Um dos quesitos a serem considerados na escolha da profissão é o preparo acadêmico, isso é quer dizer, o quanto cada um quer se dedicar a uma carreira, academicamente falando.

Posso destacar três categorias de exigência e preparo: antes, durante e depois.

Antes: quem escolhe fazer medicina, por exemplo, vai se preparar muito antes, como esse curso é um dos mais concorridos e disputados nas universidades públicas, o aluno precisa se concentrar e focar muito nos estudos antes do vestibular. Às vezes, 1,2 até 3 anos de cursinho para ser aprovado. Foco total no preparo para as provas.

Durante: quem escolher fazer engenharia, por exemplo, precisa investir muito no primeiro ano de curso para dar conta do aprofundamento na parte de cálculos, isso quer dizer que o aluno durante o curso precisa se dedicar mesmo aos estudos. O curso de engenharia é um dos que apresenta o maior índice de desistência, em torno de 70% dos alunos desistem do curso.

Depois: quem escolher fazer Direito, por exemplo, sabe que depois de formado irá enfrentar o exame da OAB. Hoje matéria do jornal Globo, apresenta ranking de universidades que mais aprovam alunos na prova.(um ótimo critério para escolher seu curso). Os alunos formados em direito e contabilidade só poderão exercer sua profissão após a aprovação no exame da categoria.

Diante dessas colocações, cada um precisa ter  um momento de reflexão e autoanálise para decidir que tipo de preparo acadêmico gostaria de se dedicar na faculdade.

A escolha do curso é o princípio de um caminho profissional que será percorrido através de muitas outras oportunidades e escolhas.

 

Fonte: http://g1.globo.com/vestibular-e-educacao/noticia/2012/05/veja-universidades-que-mais-aprovaram-no-ultimo-exame-da-oab.html Acesso 09/05/2012

 

 

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Torcidas organizadas no Brasil e o espetáculo esportivo

maio 7th, 2012 0 Comentários

O evento esportivo no Brasil deve se aproximar cada vez mais do conceito de entretenimento. Em outras palavras, a ideia é que a família possa colocar entre suas opções de divertimento e lazer, além do cinema, teatro e parque de diversões, a ida a um estádio para assistir uma partida de futebol ou a um ginásio para um jogo de basquete.

Nesse contexto de transformação do evento esportivo em um espetáculo, a torcida exerce um papel primordial. Experimente imaginar um jogo sem a presença de público para entender a importância do público na valorização do evento. No caso do futebol, não se pode negar que grande parte do espetáculo das arquibancadas é produzida pelas chamadas torcidas organizadas. São elas que seguem o time onde e quando for, e que estimulam o resto do público a cantar e incentivar seu clube. Só que existe o lado obscuro dessa história, que ano após ano continua a estarrecer a sociedade.

O jornal O Lance! trouxe em recente reportagem que até hoje 155 pessoas foram mortas por “facções organizadas” no Brasil. É claro que os membros de torcida organizada que se envolvem em confusões, brigas e assassinatos é uma minoria, o que de qualquer forma não exime a agremiação da sua responsabilidade.

Tratando deste tema infelizmente ainda atual, a Trevisan Escola de Negócios realizou, em 2010, um debate com lideranças que representavam os dois lados da história.

Para saber mais sobre o debate acesse: http://www.trevisan.edu.br/videos/detalhe.cfm?idvideo=14

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A marca Rubens Barrichello

maio 4th, 2012 0 Comentários

A marca Rubens Barrichello. Iniciante na Fórmula Indy em 2012, Rubens Barrichello ficou 19 anos na Fórmula 1 – principal categoria do esporte – sem ganhar nenhum título. Por conta disso, ganhou diversos apelidos, podemos dizer que maldosos, por ganhar poucas corridas e ficar atrás de seus companheiros de equipe. Mesmo assim, ele sempre atraiu patrocinadores.

Tenho certeza que muitos se perguntam: como ele ainda corre? (posso dizer isso porque eu mesma pensava assim). A entrevista de Thiago Scuro, professor do MBA Gestão & Marketing Esportivo da Trevisan, para a Exame.com, me esclareceu muitas coisas.

“A resposta está na consistência e na longevidade do trabalho de Barrichello, e não necessariamente no número de títulos que carrega”, comenta Scuro.

“Rubinho chegou a brigar por títulos e é um bom exemplo dentro da modalidade. No Brasil, recebeu a pesada herança de suceder Ayrton Senna, um ídolo, o que gerou uma expectativa muito grande e pode ter atrapalhado sua marca no país”, explica o professor.

No último GP da Fórmula Indy, realizado em São Paulo, Barrichello ficou na 10ª colocação.

Para saber mais sobre a matéria, acesse o link http://trevisan.edu.br/imprensa/detalhe.cfm?idimprensa=1280.

Até a próxima.

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Conexão Mercado em busca da Excelência!

abril 27th, 2012 0 Comentários

Visitei na semana passada a Universidade da Pensilvânia, nos EUA, mais conhecida como UPenn. Fundada por Benjamin Franklin, a Universidade é uma instituição privada, na cidade da Filadélfia, Pensilvânia. Estudantes podem estudar em quatro departamentos acadêmicos: Artes e Ciências, Enfermagem, Engenharia e Ciências Aplicadas, e Wharton (conhecida por seu MBA). A universidade está entre as 10 melhores dos EUA, assim como o MBA.

Tive a oportunidade de conversar com uma Senior Associate Director da área de carreira de Wharton e com a Diretora geral da área de carreira responsável pelos outros 3 departamentos da universidade, que inclui graduação, mestrado, doutorado, etc.

Um dos temas que a Diretora comentou ser recorrente nas orientações, e que também acontece com bastante frequência na Trevisan, é o aluno achar que o curso que está fazendo definirá sua carreira pelo resto da vida, o que definitivamente está errado! A própria UPenn escreveu um artigo sobre isso, que achei interessante e vou traduzir abaixo uma parte para vocês:

“Quando você tiver explorando carreiras potenciais, evite tomar decisões com base em alguns MITOS comuns:

1- Devo ir na mesma direção que meus colegas de classe vão.

Há muitas outras carreiras gratificantes e satisfatórias além de direito, medicina, investimento e consultoria. Avaliando carreiras potenciais pode ser um processo excitante se você explorar plenamente todas as possibilidades e tomar uma decisão com base no que iria oferecer-lhe a maior satisfação. Embora seja um desafio para não sucumbir à pressão dos colegas, lembre-se que é o seu futuro.

2- Meu curso determina as minhas escolhas de carreira.

Muitos empregadores estão à procura de qualidades e habilidades que não estão diretamente relacionados com a sua grade curricular. Motivação, fortes habilidades em organização, escrita, e a habilidade de resolver problemas são apenas alguns exemplos do que os empregadores valorizam. Mesmo nas áreas mais específicas como Engenharia e Negócios, os alunos escolhem carreiras que não necessariamente se relacionam com a sua grade.

3- Há apenas uma carreira certa para mim.

A maioria das pessoas são capazes de trabalhar bem em pelo menos duas a três diferentes áreas profissionais. O truque consiste em desenvolver uma boa compreensão de seus valores, habilidades, interesses e personalidade e, então, explorar as carreiras que melhor se encaixam no seu perfil neste momento de sua vida. Ao adquirir mais experiência, seus valores, interesses e idéias sobre uma carreira podem mudar. Uma carreira nem sempre segue uma progressão lógica.

4 – As escolhas de carreira são irreversíveis.

Muitas pessoas mudam carreiras ou postos de trabalho pelo menos três vezes em suas vidas e é provável que no futuro isto aconteça ainda mais. Se você descobrir que não gosta do seu trabalho ou do campo profissional que escolheu, é possível mudar de direção. Às vezes, habilidades específicas desenvolvidas em um trabalho são muito valorizadas em outros. Muitos formandos da UPenn tendem a trabalhar cerca de três a cinco anos e, em seguida, buscam uma pós-graduação como forma de melhorar as suas competências e habilidades, ou mudar de carreira.

5 – Sucesso está diretamente relacionado a dinheiro e status.

Dinheiro e status são muito atraentes e não há nada errado em querer alcançar essas metas. No entanto, tome cuidado para não comprometer seus valores quando você considerar carreiras potenciais. Tente equilibrar o lado financeiro com uma carreira que você se sinta confiante e onde irá utilizar suas habilidades e capacidades. Para algumas pessoas, contribuir para a sociedade é mais atraente do que ganhar muito dinheiro. Quando avaliar suas escolhas da carreira, pense com cuidado sobre o que significa sucesso para você.”  

É normal ficar ansioso ao tomar decisões sobre carreira, por isso, aproveite que sua faculdade oferece o Conexão Mercado e utilize estes serviços.

Do nosso lado, estamos trabalhando para oferecer a você o que há de melhor!

Fernanda Lopes de Macedo Thees

 

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A mais nova simbiose do mundo digital: Facebook & Instagram

abril 18th, 2012 0 Comentários

Nos primeiro dias de vida, o Instagram era apenas quatro funcionários, incluindo seus dois co-fundadores, e que trabalhavam amontoados nos primeiros escritórios do Twitter no bairro de South Park de San Francisco. E o Instagram, mais uma start-up da California e que não tem receita, fez brilhar os olhos do judeu liberal Mark Zuckerberg, que desembolsou um bilhão de dólares, e muito em breve vai saber como capitalizar muito bem em cima dessa fascinante rede social de fotos.
No veloz e ansioso mundo contemporâneo que vivemos, comprar o vizinho é a mais rápida estratégia para crescer. Não necessariamente é a decisão mais barata, mas é a mais rápida. Crescer de forma orgânica pode ser mais louvável, mas nem sempre responde à ambição de crescimento de acionistas. Assim como o Google, há alguns anos, comprou o YouTube, e o transformou no segundo maior site de buscas do mundo. E por trás dessa aquisição do Instagram percebe-se uma visível intenção do Facebook em se tornar ainda mais forte nos dispositivos móveis, e deixar promissores aplicativos longe das garras do Google. O Instagram é uma criação concebida puramente para o universo mobile.
Quem usa o Instagram entende o magnetismo que essa rede social gera. O conceito realmente é simples e genial ao mesmo tempo, pois faz com pessoas se comuniquem por meio de imagens. A psicologia cogninitiva talvez nos ajude a entender o fascínio por esse rede social, pois ela prega que seres humanos gostam mais de imagens do que de textos. Por esse motivo que praticamente todas as marcas do mundo sempre adotam um símbolo ou uma mascote para acentuar sua aproximação aos consumidores. E o conceito é simples. O Instagram é fundamentalmente uma rede social concebida em torno da fotografia, e disponibilizado apenas para uso em celulares (apenas para iPhone da Apple até a semana passada, e agora já disponível também para o “patinho nada feio” Android, o sistema operacional da Google), onde as pessoas adicionam belíssimos efeitos as suas fotos produzidas com a (cada vez menos limitada) câmera do celular e compartilham com os amigos. O Instagram já tem dezenas de concorrentes, mas nenhum outro aplicativo teve uma ascensão tão rápida.
Ninguém perde com a compra do Instagram pelo Facebook. No entanto, alguns fãs do Instagram torcem para que o Facebook mantenha a originalidade e o conceito do aplicativo devidamente preservado. Pelo menos nesse início de simbiose, tudo deve continuar como sempre foi. Mas logo após o anúncio da notícia, os usuários mais assíduos do Instagram começaram a expressar descontentamento com a novidade nas redes sociais. Só o tempo nos dirá como serão tratados os mais de 30 milhões de usuários que fazem uploads de mais de 5 milhões de fotos ao dia.

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Compliance ou Conformidade? Controles Internos? Precisamos disso em nossas empresas?

abril 16th, 2012 0 Comentários

Geralmente me perguntam o que é Compliance? E para não complicar muito simplifico, é a atividade que tem como objetivo manter a empresa em conformidade com leis, normativos e regulamentos externos e internos, e sempre que possível manter o respeito às normas e procedimentos da empresa.

Simples não é? Pelo jeito não, pois os conceitos são muitos, mas a aplicabilidade ainda depende de vontade ou obrigatoriedade dos órgãos reguladores. Seja compliance ou conformidade, devemos buscar a melhoria dos processos, dos controles internos e da gestão dos riscos corporativos, através do respeito aos normativos internos, sejam para os colaboradores e para os gestores do negócio.

Portanto devemos implementar uma política da função e atividade de compliance, para que possamos esclarecer as funções de cada um na organização, afinal a gestão de compliance é de responsabilidade de todos na organização, portanto é necessário definir as funções do compliance, dos controles internos, gestão de riscos, da auditoria e enfatizar que a alta administração é quem proporciona uma boa gestão.

Os programas de compliance devem contemplar as responsabilidades e o que a área deve realizar durante o período de atividades de validação e ou monitoramento. Mas uma coisa me vem à mente, a sua empresa já montou uma matriz de Riscos de Compliance? Não, mas os riscos de não conformidade estão registrados, não estão? Pense nisso, pois sem registros de incidentes nada poderá ser realizado, e tão pouco identificado.

Normas e procedimentos das áreas operacionais, departamentos, produtos, dos sistemas informatizados e dos treinamentos aos funcionários devem ser no mínimo cobrado dos gestores das áreas, para que possamos realmente implementar uma gestão de compliance efetiva e participativa.

Outra informação importante são os relatórios de monitoramento a exposição aos riscos de compliance e a devida comunicação dos resultados para a Alta Administração, para que possamos em conjunto buscar melhorias e identificar onde estão localizadas as vulnerabilidade de nossos controles internos e de nossa consciência de riscos, para que a tomada de decisão possa realmente agregar valor à organização.

Por esses motivos que se torna tão importante a disseminação de cultura, afinal somente possuir as normas, os procedimentos e os sistemas não são o suficiente, chamamos de “fraude inocente” se considerássemos que apenas por existir uma equipe de Compliance em uma empresa, ela por si só, asseguraria todo atendimento às regras pelas áreas comerciais e administrativas da empresa. Isso não só seria inviável como também fugiria do que o objetivo maior do conceito Compliance significa, ou seja: difundir uma cultura de padrões legais e éticos na conduta de todas as áreas da corporação por meio de todos seus funcionários e estrutura de colaboradores.

* Marcos Assi é professor do MBA Gestão de Riscos e Compliance da Trevisan Escola de Negócios, da Saint Paul Escola de Negócios e da FIA (Labfin), autor dos livros “Controles Internos e Cultura Organizacional – como consolidar a confiança na gestão dos negócios” e “Gestão de Riscos com Controles Internos – Ferramentas, certificações e métodos para garantir a eficiência dos negócios” pela (Saint Paul Editora) e consultor de finanças do programa A Grande Idéia do SBT. 

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Sai ou não sai?

abril 13th, 2012 0 Comentários

Sai ou não sai? A maior torcida de São Paulo está na expectativa para o próximo patrocinador da camisa do Corinthians. Se for concretizado, será o maior entre os clubes nacionais. Há tempos que a Hyundai (empresa de automóveis sul-coreana) está negociando contrato com o time. O valor? R$ 50 milhões por temporada. Isso mesmo.

Na última segunda-feira, o Jornal do SBT exibiu a matéria sobre o tema, falando sobre a importância do marketing esportivo. Um dos tópicos abordados foi a questão do aproveitamento da patrocinadora. Fernando Trevisan, consultor da Trevisan Gestão do Esporte, comentou que “criar promoções e setores específicos no estádio, que possa diferenciar dos demais torcedores, são estratégias que podem ajudar na divulgação da marca”.

Patrocínios deste valor serão mais comuns a partir de agora, já que temos vários fatores que influenciam isso: teremos os dois principais eventos esportivos do mundo – Copa e Olimpíadas –, além do Campeonato Brasileiro já ser o 3º mais valioso do planeta, perdendo apenas para o inglês e o alemão. Trevisan também afirmou que o retorno do Ronaldo ao futebol brasileiro também ajudou no aumento dos valores dos patrocínios.

No final desta semana, diversos veículos de comunicação informaram que esta negociação está suspensa. Estamos aguardando o desfecho desta história. E aí? Sai ou não sai?

Para saber mais, acesse

http://trevisan.edu.br/imprensa/detalhe.cfm?idimprensa=1277.

Até a próxima!

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Como escolher uma faculdade?

abril 11th, 2012 0 Comentários

Escolher uma faculdade não é uma tarefa fácil. Sempre surge a dúvida sobre qual curso fazer, qual faculdade oferece uma boa formação e tem reconhecimento no mercado. Nesse momento é preciso um esforço extra do candidato, afinal ele vai passar os próximos anos nesse ambiente e precisa ser criterioso nessa escolha.
O primeiro passo é listar o que você considera mais importante em uma faculdade: reputação, localização, programa acadêmico, intercâmbio, laboratórios ou ainda estrutura. Após listar por ordem de importância esses critérios siga essas sugestões:
1.Procure saber em que tipo de ambiente você se sente mais confortável: em um lugar menor, como seu colégio, ou em ambientes maiores. Em seguida, liste as faculdades que lhe proporcionam este tipo de ambiente.

2.Procure saber a classificação da instituição nos principais rankings, como o Enade (Exame Nacional de Desempenhos dos Estudantes) ou guias especializados em classificações de cursos e instituições.

3.Visite a faculdade e converse com professores e alunos; se possível, assista a uma aula.

4.Conheça o plano de aula do seu curso e procure comparar os currículos das faculdades.

5.Veja localização da faculdade e trace um roteiro entre a instituição, sua residência e o seu trabalho.

6.Veja também a metodologia das avaliações e os critérios de nota de para aprovação do aluno.

Após selecionar as faculdades e cursos que interessam, anote o período de inscrições para o vestibular, valor da inscrição e período de matrículas.
Ao ser aprovado em mais de um processo seletivo, use como critério de desempate a lista por ordem de importância que você fez antes de selecionar as instituições.
O valor da mensalidade não deve ter um peso substancial no momento da escolha, porque atualmente existem diferentes possibilidades de se conseguir financiamento ou bolsa de estudos.
O importante é que se você tenha várias opções de cursos e faculdades e que faça a escolha da forma a conciliar a melhor relação custo/benefício.
Boas escolhas.

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